Há mares nos vemos afogando
Tantas mágoas pelas quais navegamos
Tantos bares pelos quais trespassamos
Meu barco de encontro ao seu
Choque de cascos, quebra de lastros
Arremessados aos rodamoinhos
A cada ilha jogados, sozinhos
Na incerteza ser, de pertencer a que laia
Pela costa vazia, corro em um só pranto
Desespero, angustia e ao fim, espanto!
Ao te avistar, do outro lado da praia...
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